quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Nossa vida mental

As almas ingressam nas responsabilidades que procuram para si mesmas.
Segundo talhamos o nosso perfil moral, angariamos os favores das oportunidades deserviço diante das Leis Universais.
Ninguém foge aos estigmas da viciação com que sulca a estrutura da própria vida.
Paz significa vitória da mente sobre os seus próprios atributos.
Resguardemos, assim, a vida mental, na certeza de que o teor da nossa meditaçãocondiciona a altura da nossa tranqüilidade.
Nada ocorre connosco sem resultado específico.
Teimosia no erro - conta agravada.
Ausência de disciplina - débito permanente.
Remorso - aviso da consciência.
Multiformes ocorrências no mundo interior anunciam constantemente o clima de nossaescolha.
A tempestade é precedida dos indícios inequívocos que lhe configuram a extensão.
De igual modo, através da análise real de nós mesmos, encontramos o exato esboçodas futuras experiências. À vista disso, ante a luz do Evangelho, ninguém desconhece a
essência do destino que se lhe desdobra ao porvir.
A justiça da Lei tem base na matemática. E quem possui parcelas determinadas podeajuizar perfeitamente quanto à soma daquilo ou disso.
Entrega-te, pois, a novos haustos de esperança e supera as próprias limitações,atendendo aos apelos do amor que ecoam da Altura.
Reúne humildade e serviço, simplicidade e perdão, estudo e caridade, bondade etolerância, no esforço de cada dia, e com, semelhantes, fragmentos de amor e luzlevantarás o templo divino de tuas mais belas aspirações, diante da Eternidade.
André Luiz. Psicografia de Francisco C. Xavier

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