sábado, 18 de maio de 2013

Diante da tempestade

Diz-nos a mensagem de Allan Kardec que os espíritos são trabalhadores chamados à renovação da vida terrestre diante da tempestade...

Tempestade moral que, carreando as nuvens das revoluções libertárias do pensamento, no século que passou, hoje vertem sobre a nossa cabeça aflições e problemas que angustiam a existência da civilização e dos povos...
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Em razão disso, a nossa orientação jaz definida, conclamando-nos ao trabalho, de vez que numa casa vergastada pela tormenta, não se improvisará discussão estéril, mas sim o verbo sadio que reconforte e restaure; não se erguerão martelos da destruição, mas sim os braços da fraternidade e do auxílio; não se derramará o veneno da crítica, mas sim o bálsamo da esperança; e, ao invés de fazer-se treva, com as sombras acumuladas da lamentação e da discórdia, inflamar-se-á sobre todos a luz da união e do entendimento para que se conjugue o verbo reconstruir.
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Avancemos, pois, à frente, respeitando-nos uns aos outros, estendendo, onde formos, a claridade do bem, seja plantando sempre a palavra do amor e plasmando no exemplo a nossa própria fé, porque, em verdade, todos fomos assim, chamados para servir sem tréguas, na comunhão do Cristo, o Mestre da Verdade e Excelso Servidor.

(De “Luz e Vida”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)

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