terça-feira, 4 de junho de 2013

Em nome da sinceridade

Sinceridade não é rudeza no trato,
Nem violência para esgrimir a verdade.
Não é sentimento policiador,
Nem desejo veemente de corrigir...
Em seu nome,
Descarregam-se desequilíbrios,
Mágoas e conflitos
Esquecidos da gentileza
E da aflição.

Sinceridade
É companheirismo solidário,
Participação discreta,
Ajuda sem alarde,
Socorro despercebido
Para não deixar o amigo tombar,
Nem falir.

A sinceridade
É como a luz do luar,
Que balsamiza e aclara
Sem ofuscar.
Silencia ante as ofensas
E aguarda o momento de esclarecer.
Apoia, quando pode erguer,
E desce para servir sem se jactar.

Fruto da afeição sincera,
Nasce da flor da confiança irrestrita.
Possui sementes de esperança
Que se desdobra
Em bênção sem par.

Sinceridade
É alma do amor
Que se expande,
Cabendo em todo lugar,
Não cessa de servir,
Não para de ajudar.

Sê sincero como amigo,
Sê amigo qual irmão,
Amando sem cansaço,
Tomado de ternura,
Enriquecido de cooperação.

Sinceridade!
Quantos desvarios
São cometidos em teu nome!

(De “Paz Íntima”, de Divaldo Pereira Franco,
pelo Espírito Eros)

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