sábado, 27 de julho de 2013

Indugência

Situações várias podem alterar o clima de paz em derredor de nós. Destaca-se entre elas a palavra impensada, como fonte de incompreensão.
Daí o nosso dever básico de vigiar a nós mesmos na conversação.
Sejamos indulgentes.
Se erramos, roguemos perdão.
Se outros erraram, perdoemos.
O mal que hoje desejamos para alguém, suscitará o mal para nós, amanhã.
A mágoa não se justifica e o perdão anula os problemas, diminuindo complicações.
É assim que a espontaneidade no bem estabelece a caridade real.
Quem não reconhece as próprias imperfeições demonstra incoerência em si mesmo.
Quem perdoa desconhece o remorso.
Ódio é fogo invisível na consciência.
O erro não pede aversão, mas entendimento.
Erro nosso requer a bondade alheia; erro de outrem reclama a nossa clemência.
Quanto mais conhecemos a nós mesmos, mais amplo em nós o imperativo de perdoar.

André Luiz / Médium Francisco Cândido Xavier
Livro: O Espírito da Verdade (extrato) - Ed. FEB

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