terça-feira, 20 de agosto de 2013

Dividir com amor

Jamais desejando para o seu próximo o que não gostaria de experimentar, assumem-se compromissos de prosperidade, sem prejuízo de natureza alguma para si ou para os outros.

A miséria socioeconômica, que entulha as avenidas do mundo, mistura-se à de natureza moral, que atulha os edifícios e residências de luxo como os guetos da promiscuidade libertina.
O que podes fazer, parece-te quase sem sentido ou significação, tão grande e volumoso é o problema. Apear disso, não te escuses de auxiliar.
Se não consegues ir à causa do problema, minimiza-lhe os efeitos.
Desde que não podes erradicar, de um golpe, a fome, a enfermidade, a ignorância, contribui com a tua quota de amor, por mínima que seja.
Sempre podes dividir do que possuis, com aquele que nada tem.
Quando repartes com amor, multiplicas a esperança, favorecendo a alegria.
Menos tem, aquele que se nega a doar algo.
*
Afirma-se que esse gesto de amor gera o paternalismo, promove o vício...
Não têm razão, os que assim informam.
Muitos males, e alguns crimes, são abordados quando uma atitude amor interrompe o passo do infeliz que padece fome, desespero e dor...
Somente quem aprende a abrir a mão, descerra o bolso, terminando por oferecer o coração.
Faze o que te esteja ao alcance, e a vida fará o resto

De “Episódios diários”, de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis

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