terça-feira, 13 de agosto de 2013

Obedecer

Muitos companheiros no mundo categorizam a obediência, à conta de servilismo, no entanto, quando nos referimos à obediência, reportamo-nos à disciplina, sem a qual a ordem não existiria.
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A própria Natureza é um tratado dinâmico sobre o assunto.
O Sol garante a vida no Planeta, por não desertar da própria órbita.
A Terra não se destrambelha no Espaço Cósmico, em vista de atender aos encargos que lhe competem na lei de gravitação.
A massa dos oceanos submete-se a princípios de contenção, fora dos quais, em se derramando, sufocaria a residência dos homens.
As águas se subordinam à intervenção das próprias criaturas humanas, de modo a fecundarem o solo, nos mais diversos climas e regiões.
Mestra da obediência, a árvore permanece no lugar em que foi situada e serve incessantemente sem perguntar.
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Pensa nisso e não fujas das obrigações que a vida te confia, a pretexto de seguir os costumes ilógicos e desconcertantes a que muitos setores da atualidade terrestre pretendem nomear como sendo renovação. A renovação legítima se nos verifica no âmago do espírito com vistas ao nosso próprio burilamento no mundo interior.
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Obediência para o bem é dever a cumprir.
Compromisso com a desordem é subversão.
Faze de ti mesmo o melhor que possas.
Aceita os imperativos de serviço aos quais a vida te chama e o futuro te mostrará que construíste em ti mesmo a vitória da luz.

De “Espera servindo”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel


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