quarta-feira, 2 de abril de 2014

Deus

Católicos, protestantes, espiritistas, todos eles se movimentam, ameaçados pelo monstro da separação, como se o pensamento religioso traduzisse fermento da discórdia.
Querem todos que Deus lhes pertença, mas não cogitam de pertencer a Deus.
(Vinha de Luz)
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A mais elevada concepção de Deus que podemos abrigar no santuário do espírito é aquela que Jesus nos apresentou, em no-lo revelando Pai amoroso e justo à espera dos nossos testemunhos de compreensão e de amor.
(Pão Nosso)
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A flor é um apelo à sensibilidade, induzindo-nos a reverenciar a Perfeição Excelsa, que distribui amor e beleza, em todos os recantos do caminho.
(Reformador — 1/953)
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A ciência infatigável procura, agora, a matéria-padrão, a força-origem, simplificada, da qual crê emanarem todos os compostos, e é nesse estudo proveitosos que ela própria, afirmando-se ateia, descrente, caminha para o conhecimento de Deus.
(Emmanuel)
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É curioso notar que o próprio Cristo, em sua imersão nos fluidos terrestres, não cogitou de qualquer problema inoportuno e inadequado.
Não se sentou na praça pública para explicar a natureza de Deus e, sim, chamou-lhe simplesmente “Nosso Pai”, indicando os deveres de amor e reverência com que nos cabe contribuir na extensão e no aperfeiçoamento da Obra Divina.
(Roteiro)
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Desde quando começou na Terra o serviço de adoração a Deus? Perde-se o alicerce da fé na sombra dos evos insondáveis.
Dir-se-ia que o primeiro impulso da planta e do verme, à procura da luz, não é senão anseio religioso da vida, em busca do Criador que lhes instila o ser.
(Roteiro)
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Deus é o Pai magnânimo e justo.
Um pai não distribui padecimentos. Dá corrigendas e toda corrigenda aperfeiçoa.
(Caminho, Verdade e Vida)

(De “Palavras de Emmanuel”, de Francisco Cândido Xavier – Emmanuel)

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