domingo, 18 de maio de 2014

Vem, hoje


O convite do Senhor é claro e vazado em termos de síntese:
"Vem hoje trabalhar na minha Vinha!"
Hoje, na Vinha do Senhor, é o imperativo para que produzamos no bem,
a fim de que, no futuro, possamos recolher na messe da luz a contribuição
da claridade que esparzimos.
Nesse sentido, o apelo do Mestre determina, também, o campo de trabalho.
Nem a esfera da divagação filosófica nem o campo da investigação científica
incessante, nem a contemplação religiosa fantasista da oração inoperante.
A Sua Vinha são as dores do mundo, os tormentos e percalços, os mananciais
de lágrimas e os rios de sofrimento...
Refletir filosofando, perquirir examinando, para crer ajudando.
"Vem hoje trabalhar na minha Vinha", ainda é apelo para nós, dos mais
veementes e concisos.
Eis um ângulo da Vinha do Senhor no qual somente os afervorados discípulos
se dispõem a trabalhar: o inadiável socorro aos irmãos desencarnados em
aflição pelo contributo do intercâmbio mediúnico. Ante eles, nem o azedume
do fastio emocional, nem a prepotência da vaidade humana, tão pouco a
imposição do desequilíbrio.
A palavra de ordem, o roteiro de fé e a compreensão fraterna do trabalhador
que na Vinha do Senhor não tem outra meta senão ajudar a fim de ajudar-se,
eficazmente, porquanto amanhã estará, também, transitando pelos mesmos
caminhos.

(Obra: Depoimentos Vivos - Divaldo Pereira Franco / João Cleofas)

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