terça-feira, 22 de julho de 2014

Boas Obras

O auxílio ao próximo é sempre bem-vindo.
Faça tudo o que puder; mas se nada for possível,
ajude as boas obras com o seu silêncio...
Se você dispõe de tempo e da vocação de auxiliar para contribuir nas boas obras com seu esforço pessoal, o seu trabalho será sempre bem vindo, especialmente porque lhe expressa o amor no propósito de servir.
Caso se veja na impossibilidade de comparecer pessoalmente em semelhantes empreendimentos, o seu concurso amoedado, de qualquer dimensão, é uma benção de sua generosidade, atraindo novas bênçãos em seu benefício.
Na hipótese de maiores dificuldades para que venha a exercer a cooperação a que nos referimos, a oferta de alguma utilidade mesmo usada, no apoio aos que faceiam necessidades primordiais desatendidas, constituem um sinal luminoso de sua bondade para com as tarefas em andamento.
Reconhecendo que ainda isso não representa medida ao seu alcance, você talvez desfrute o ensejo de falar, encorajando os companheiros que trabalham, ou fornecendo indicações que lhes amenizem a boa luta.
Observando que essa colaboração na se lhe faça possível, certamente poderá você orar pelos irmãos que se empenham às laboriosas realizações da beneficência.
Entretanto, se você, de todo, não consegue efetuar nada disso, não aponte os defeitos dos obreiros que se acham na construção do bem, de vez que se são eles criaturas reprováveis, qual você supõe, estarão fazendo o melhor que podem, no reajuste deles próprios, com a permissão e com o amparo de Deus.


Do livro "Sinais de Rumo" - André Luiz / Francisco Cândido Xavier

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